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Policial 2 - Chinese Connection
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Animação de Escolas e Museus

Animação de Museus
Actividades pedagógicas e divertidas para crianças e jovens!

Animações interactivas e ateliers pedagógicos, disponíveis para digressão.

O Sr. Bigodão Doce

O Sr. Bigodao Doce
Venha conhecer as aventuras do Sr. Bigodão Doce!

Espectáculos para a infância e juventude, disponíveis para digressão.
 
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Policial 2 - Chinese Connection
até 14 de Fevereiro | Casa de Teatro de Sintra


Press-Release
Cartaz (JPEG, 300 dpi)
Fotos de cena (JPEG, 2000x1333 px, 72 dpi)

É um policial falhado – ou de tiro ao lado.
Não tem um morto – mas tem um rapto.
Tem detectives – mas incapazes de desatar nós ao novelo.
Tem três espias – mas uma delas só quer ir para o convento.
Não tem tiroteios – mas há uma arma a rolar de mão em mão.
Em Policial 2 – Chinese Connection há documentos tão secretos que para sempre secretos ficam. Há duas suspeitas e uma mulher indecisa que faz de todos indecisos.
Tudo se passa em mais uma festa de família Galiano, desta feita em redor de projecções de cinema com bobines de película misteriosas e a luz a falhar vezes de mais. É uma festa que “descolou” e na qual ninguém sabe bem como se comportar a cada novo golpe de surpresa – público incluído.
Sair deste espectáculo com mais pistas obscuras que respostas claras é garantido. Afinal, até mesmo entre a família Galiano ninguém parece saber muito.
Atreva-se a aceitar o convite para esta festa de família invulgar. Atreva-se a fazer parte desta vertigem.

Quando?
Quinta a Domingo, 21h30
21 de Janeiro a 14 de Fevereiro
(excepto 28 de Janeiro)

Onde?

Casa de Teatro de Sintra

Bilheteira
Bilhete individual: 10€
Grupos 5 ou mais espectadores: 7,5€
Menores de 30 anos: 5€

Bilhetes à venda no local uma hora antes do início do espectáculo
Informações e reservas pelo email Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizá-lo. ou pelo telefone 96 624 79 34

Classificação Etária
Maiores de 12 anos

Duração
Aprox. 60 minutos sem intervalo

Fotos de Cena
Fotógrafo: Francisco Gomes
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Ficha Técnica e Artística
Texto e Encenação: Nuno Vicente
Música Original e Sonoplastia: Bruno Béu
Desenho de Luz e Vídeo: Rui Braz
Guarda-Roupa, Cenário e Adereços: Nuno Teixeira | Nuno Vicente | Raquel Ferreira
Interpretação: Ana Beatriz Canelo, André Sobral, Carla Dias, Carla Guerreiro, Cláudia Faria, Maria Barracosa, Maria João Simões, Paulo Cintrão
Participação Especial: Carla Trindade, João Mais, Paulo Campos dos Reis
Produção: Rui Braz
Apoio: Câmara Municipal de Sintra, Chão de Oliva, Floresta Center, Actual Sintra, Cidade Viva, Correio da Cidade, Jornal da Região, Jornal de Sintra
Agradecimentos: João Frazão

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Auto da Barca do Inferno
A partir de 22 de Fevereiro | Palácio Nacional de Sintra


Espectáculo disponível para itinerância.
Contacte-nos!

Auto de Moralidade composto por Gil Vicente per contemplação da sereníssima e muito católica rainha dona Lianor, nossa senhora, e representado per seu mandado ao poderoso príncipe e mui alto rei dom Manuel, primeiro de Portugal deste nome.
Começa a declaração e argumento da obra. Primeiramente, no presente auto, se fegura que, no ponto em que acabamos de espirar, chegamos supitamnte a um rio, o qual per força havemos de passar em um de dous bates que naquele porto estão, scilicet, um deles passa pera o Paraíso, e o outro pera o Inferno; os quais bates tem cada um seus arrais na proa: o do Paraíso um Anjo, e o do Inferno um Arrais infernal e um Companheiro.

Prólogo de “Auto da Barca do Inferno”, Gil Vicente (1518)


Sinopse
Duas barcas ancoradas na margem de um rio esperam os seus passageiros: as almas daqueles que morreram. Uma das barcas conduz ao Paraíso e é conduzida por um Anjo. A outra leva ao Inferno e é comandada por um Diabo. A este porto imaginário chegam diversos homens e mulheres: julgados pelo merecimento das acções em vida, vão então conhecer o destino que lhes está reservado na sua última viagem.

O espectáculo
Auto da Barca do Inferno, ou a primeira barca, é por certo a mais conhecida peça de Gil Vicente. É a primeira parte da trilogia das barcas, seguida das barcas do Purgatório e da Glória. Trata-se de uma representação alegórica do destino das almas humanas após deixarem os corpos: o Anjo e o Diabo acusam os vícios e faltas cometidas em vida pelas personagens para ensinar aos vivos os perigos e enganos da vida terrena.

A adaptação de Auto da Barca do Inferno agora proposta norteia-se por princípios de investigação teatral e também por princípios pedagógicos – uma vez que o espectáculo se dirige particularmente ao público escolar do 3º ciclo do ensino básico. O objectivo é promover o conhecimento, junto do público em geral mas em particular junto do público juvenil frequentador do 9º ano de escolaridade, dos ricos textos dramáticos de autores portugueses do séc. XVI (nomeadamente Gil Vicente) e dos modos de produção e difusão de espectáculos característicos da época.

Do ponto de vista do texto dramático, a nossa adaptação do texto de Gil Vicente procura ser o mais fiel possível ao original: são apenas admitidas clarificações de palavras ou expressões que o tempo tornou obscuras e que o texto dramático, por si só, não esclarece.

Quanto ao espaço de representação e à relação estabelecida entre actores e espectadores, procuramos recriar o ambiente particular vivido na primeira metade do século XVI, aquando da representação de um espectáculo de teatro, dando a conhecer os modos de fazer e de ver do primeiro quartel do séc. XVI. Assim, os espectadores dispõem-se em volta da área de representação, como se de um primitivo pátio de comédias se tratasse: os actores acorrem a esta área e preparam o cenário e todo o guarda-roupa e adereços necessários à representação à vista do público, enquanto o primeiro actor e responsável pela companhia anuncia o espectáculo que se vai ver: é o teatro dentro do teatro, é a representação do próprio modo como o teatro se dava a ver na época em causa. O público é assim chamado a fazer parte desta recriação, como se fosse parte integrante dela, como se cada espectador fosse também “candidato” a uma das barcas.

Uma vez mais procurando o rigor histórico, a encenação baseia-se sobretudo no trabalho dos actores, que assumem as mudanças de personagem diante do público, recorrendo a figurinos de época, ganhando a postura e comportamento que estas lhes sugerem. Uma parafernália de adereços e elementos cenográficos auxiliam a tarefa de contextualização epocal e a caracterização das personagens. O recurso a equipamento e tecnologia de cena moderna é reduzido ao mínimo: a música e efeitos sonoros são executados ao vivo e a iluminação da cena é, sempre que possível, assegurada unicamente por luz natural.


Espectáculo para escolas e grupos organizados

Quando?
A partir de 22 de Fevereiro
Todas as segundas-feiras às 10h30 e 14h30 mediante marcação prévia | outros dias e horários mediante consulta

Onde?
Palácio Nacional de Sintra

Bilheteira
Preço único: 6€

Informações e reservas através dos serviços educativos do PNS
Tel.: 21 910 68 48/9
Fax: 21 910 68 51
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizá-lo.

Ficha Técnica e Artística
Adaptação e Encenação: José Neto
Cenário, Guarda-Roupa e Adereços: João Frazão
Interpretação: Paulo Campos dos Reis, Paulo Cintrão, Ricardo Soares e João Frazão
Produção: Rui Braz e João Frazão
Apoio: Câmara Municipal de Sintra, Palácio Nacional de Sintra, Floresta Center
 
 
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